O Grupo Maricá participou ativamente do Fórum Brasileiro de Educação Ambiental, que ocorreu no Rio de Janeiro, entre os dias 22 e 26 de julho, sob coordenação da Rede Brasileira de Educação Ambiental, no Campus da Praia Vermelha da UFRJ.
A entidade estava lá representada por Jorge Amaro, Magda Mello e Vinícius Lima. Junto com a Faders e a ReaSul, coordenaram a Jornada Temática “Educação Ambiental e Diálogos com a Diversidade”. O objetivo desse encontro foi à promoção do diálogo entre a educação ambiental e a diversidade étnica, social, cultural e de gênero para a construção de uma agenda conjunta legítima, formulada a partir da obrigatoriedade de cumprimento de instrumentos legais já existentes com mais eficiência e rapidez, bem como para a elaboração de novas propostas com vistas à efetiva participação da diversidade humana. Neste contexto se inserem as comunidades tradicionais de indígenas, quilombolas, pescadores e as pessoas com deficiência. Todos nós vivemos no planeta Terra e constantemente somos responsáveis por parcelas de sua degradação, voluntária ou involuntariamente. A Educação Ambiental faz parte de um processo de mudanças, de novas performances, independentemente de tipologias apresentadas.
A inclusão das diferentes diversidades no meio ambiente é uma realidade que deve ser encarada como sendo um direito comum à vida. Além do meio físico, as influências depredatórias do ser humano sobre a terra geram conseqüências irreparáveis à saúde. Exercer o papel de cidadão quer dizer falar na educação inclusiva, ou seja, no processo de tornar participantes do ambiente social total (a sociedade humana vista como um todo, incluindo todos os aspectos e dimensões da vida - econômico, cultural, político, religioso e todos os demais, além do ambiental) todos aqueles que se encontram, por razões de qualquer ordem, excluídos e/ou integrantes de grupos com necessidades especiais de atendimento.
Para Vinicius Lima, “O público presente nesta Jornada foi bastante heterogêneo quanto ao conhecimento prático e teórico do tema, o que foi um aspecto importante para o desenvolvimento da metodologia proposta, pois foram muitas as experiências compartilhadas entre os participantes. As discussões foram ricas em trocas de informações. O conteúdo explanado pela moderação centrou-se em aspectos legais e experiências pessoais, com auxílio de dinâmicas de grupo, promovendo a integração e a participação efetiva de todos.”
Segundo Ana Beatriz Passos, da secretaria de educação do Espírito Santo, “É necessário a ampliação destas ações em todo país. Aqui no nosso estado tempos diretrizes de educação ambiental que não dialogam com as de educação inclusiva. Esta jornada contribui para esta reflexão.”
Participaram da Jornada representantes dos estados de Goiás, Espírito Santo, São Paulo, Tocantins e Maranhão.
Além disso, Jorge Amaro apresentou um pôster institucional com o tema “Educação Ambiental e Inclusão Social.” Esta é a primeira edição do fórum que contempla em sua programação a questão da diversidade humana.
Outro trabalho que foi apresentado é o “Mapeamento das ações de educação ambiental no município de Viamão.” Este projeto contribuiu para identificar os olhares dos educadores ambientais de Viamão.
O Maricá também esteve presente no encontro de Salas Verde, nas rodas de conversa da REBEA e auxiliou na elaboração da Carta final do Fórum.
Na Carta da Praia Vermelha, o Maricá propôs a transversalização da Política Nacional de Educação Ambiental nos diferentes espaços do governo federal, com recursos estabelecidos no Plano Plurianual e com programas, ações e projetos orientados por diretrizes do órgão gestor e pelas redes de educação ambiental. “Queremos que a educação ambiental esteja presente nos orçamentos públicos de forma articulada e coerente.”
A entidade estava lá representada por Jorge Amaro, Magda Mello e Vinícius Lima. Junto com a Faders e a ReaSul, coordenaram a Jornada Temática “Educação Ambiental e Diálogos com a Diversidade”. O objetivo desse encontro foi à promoção do diálogo entre a educação ambiental e a diversidade étnica, social, cultural e de gênero para a construção de uma agenda conjunta legítima, formulada a partir da obrigatoriedade de cumprimento de instrumentos legais já existentes com mais eficiência e rapidez, bem como para a elaboração de novas propostas com vistas à efetiva participação da diversidade humana. Neste contexto se inserem as comunidades tradicionais de indígenas, quilombolas, pescadores e as pessoas com deficiência. Todos nós vivemos no planeta Terra e constantemente somos responsáveis por parcelas de sua degradação, voluntária ou involuntariamente. A Educação Ambiental faz parte de um processo de mudanças, de novas performances, independentemente de tipologias apresentadas.
A inclusão das diferentes diversidades no meio ambiente é uma realidade que deve ser encarada como sendo um direito comum à vida. Além do meio físico, as influências depredatórias do ser humano sobre a terra geram conseqüências irreparáveis à saúde. Exercer o papel de cidadão quer dizer falar na educação inclusiva, ou seja, no processo de tornar participantes do ambiente social total (a sociedade humana vista como um todo, incluindo todos os aspectos e dimensões da vida - econômico, cultural, político, religioso e todos os demais, além do ambiental) todos aqueles que se encontram, por razões de qualquer ordem, excluídos e/ou integrantes de grupos com necessidades especiais de atendimento.
Para Vinicius Lima, “O público presente nesta Jornada foi bastante heterogêneo quanto ao conhecimento prático e teórico do tema, o que foi um aspecto importante para o desenvolvimento da metodologia proposta, pois foram muitas as experiências compartilhadas entre os participantes. As discussões foram ricas em trocas de informações. O conteúdo explanado pela moderação centrou-se em aspectos legais e experiências pessoais, com auxílio de dinâmicas de grupo, promovendo a integração e a participação efetiva de todos.”
Segundo Ana Beatriz Passos, da secretaria de educação do Espírito Santo, “É necessário a ampliação destas ações em todo país. Aqui no nosso estado tempos diretrizes de educação ambiental que não dialogam com as de educação inclusiva. Esta jornada contribui para esta reflexão.”
Participaram da Jornada representantes dos estados de Goiás, Espírito Santo, São Paulo, Tocantins e Maranhão.
Além disso, Jorge Amaro apresentou um pôster institucional com o tema “Educação Ambiental e Inclusão Social.” Esta é a primeira edição do fórum que contempla em sua programação a questão da diversidade humana.
Outro trabalho que foi apresentado é o “Mapeamento das ações de educação ambiental no município de Viamão.” Este projeto contribuiu para identificar os olhares dos educadores ambientais de Viamão.
O Maricá também esteve presente no encontro de Salas Verde, nas rodas de conversa da REBEA e auxiliou na elaboração da Carta final do Fórum.
Na Carta da Praia Vermelha, o Maricá propôs a transversalização da Política Nacional de Educação Ambiental nos diferentes espaços do governo federal, com recursos estabelecidos no Plano Plurianual e com programas, ações e projetos orientados por diretrizes do órgão gestor e pelas redes de educação ambiental. “Queremos que a educação ambiental esteja presente nos orçamentos públicos de forma articulada e coerente.”

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