
Aos nove anos, o garoto Francisco Alves Mendes Filho, por influência do pai, também seringueiro, entrou para a profissão: sua única opção, só aprendeu a ler aos 20 anos. Indignado com as condições de vida dos moradores da região amazônica, participou do início do movimento sindical no Acre em defesa das condições de vida e de trabalho das comunidades que sobrevivem com os meios da floresta.
Em 1977, participou da fundação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri. Foi eleito vereador, pelo MDB, único partido de oposição permitido pela ditadura militar, foi quando recebeu suas primeiras ameaças de morte. Ao mesmo tempo, começou a enfrentar problemas com seu próprio partido: o MDB não era solidário às suas lutas e ideais.
Em 1979, como vereador, lotou a Câmara Municipal com debates entre lideranças sindicais, populares e religiosas e foi torturado secretamente. Em busca de sustentação política, ajudou a criar o Partido dos Trabalhadores (PT), tornando-se dirigente no Acre.
Em 1985 liderou o Encontro Nacional dos Seringueiros, onde a proposta de "União dos Povos da Floresta", foi apresentada na ocasião, pretendendo unir os interesses de índios e seringueiros em defesa da floresta.Tornou-se símbolo da luta para defender a Amazônia e os povos da floresta.Em 1987, Chico Mendes recebeu a visita de membros da Unep (Programa Ambiental da Organização das Nações Unidas), em Xapuri. Lá, os inspetores viram a devastação da floresta e a expulsão dos seringueiros, tudo feito com dinheiro de projetos financiados por bancos internacionais.Logo em seguida, o ambientalista foi convidado a expor essas denúncias no Congresso norte-americano. O resultado dessa viagem, foi imediato: em apenas um mês, os financiamentos aos projetos de destruição da floresta foram suspensos.
Foi acusado por fazendeiros e políticos de prejudicar o "progresso do Estado do Acre". As ameaças de morte se tornaram mais freqüentes: Chico denunciou o fato às autoridades, deu nomes e pediu proteção policial, no entanto, nada conseguiu.
No dia 22 de dezembro de 1988, pouco mais de um ano após sua ida ao Senado dos Estados Unidos, foi assassinado na porta de sua casa. Seus assassinos foram julgados e condenados a 19 anos de prisão. Chico deixou mulher e dois filhos.
A causa pela qual viveu, lutou e morreu, para preservar a Amazônia, não é uma causa de nenhuma pessoa específica ou país, mas sim GLOBAL e sua mensagem não pode ser esquecida.
Nós, ambientalistas devemos muito a Chico. Ele nos ensinou a lutar, a perseverar e acima de tudo, a acreditar na transformação social a partir do protagonismo.
Em 1977, participou da fundação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri. Foi eleito vereador, pelo MDB, único partido de oposição permitido pela ditadura militar, foi quando recebeu suas primeiras ameaças de morte. Ao mesmo tempo, começou a enfrentar problemas com seu próprio partido: o MDB não era solidário às suas lutas e ideais.
Em 1979, como vereador, lotou a Câmara Municipal com debates entre lideranças sindicais, populares e religiosas e foi torturado secretamente. Em busca de sustentação política, ajudou a criar o Partido dos Trabalhadores (PT), tornando-se dirigente no Acre.
Em 1985 liderou o Encontro Nacional dos Seringueiros, onde a proposta de "União dos Povos da Floresta", foi apresentada na ocasião, pretendendo unir os interesses de índios e seringueiros em defesa da floresta.Tornou-se símbolo da luta para defender a Amazônia e os povos da floresta.Em 1987, Chico Mendes recebeu a visita de membros da Unep (Programa Ambiental da Organização das Nações Unidas), em Xapuri. Lá, os inspetores viram a devastação da floresta e a expulsão dos seringueiros, tudo feito com dinheiro de projetos financiados por bancos internacionais.Logo em seguida, o ambientalista foi convidado a expor essas denúncias no Congresso norte-americano. O resultado dessa viagem, foi imediato: em apenas um mês, os financiamentos aos projetos de destruição da floresta foram suspensos.
Foi acusado por fazendeiros e políticos de prejudicar o "progresso do Estado do Acre". As ameaças de morte se tornaram mais freqüentes: Chico denunciou o fato às autoridades, deu nomes e pediu proteção policial, no entanto, nada conseguiu.
No dia 22 de dezembro de 1988, pouco mais de um ano após sua ida ao Senado dos Estados Unidos, foi assassinado na porta de sua casa. Seus assassinos foram julgados e condenados a 19 anos de prisão. Chico deixou mulher e dois filhos.
A causa pela qual viveu, lutou e morreu, para preservar a Amazônia, não é uma causa de nenhuma pessoa específica ou país, mas sim GLOBAL e sua mensagem não pode ser esquecida.
Nós, ambientalistas devemos muito a Chico. Ele nos ensinou a lutar, a perseverar e acima de tudo, a acreditar na transformação social a partir do protagonismo.


